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Informações sobre Barbara Cartland




BREVE ATUALIZAÇÃO.... PEÇO DESCULPAS PELA DEMORA.

Escrito por Nathalia E. C. às 21h31
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Escrito por Nathalia E. C. às 21h23
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1934- Escreve anonimamente o Panorama para o Tatler por três anos.

1935- Ajuda seu irmão Ronald a lutar e ganhar uma cadeira Parlamentar (The kings Norton Division of Birmingham). Ajuda na primeira construção da Nova Casa do Estado.

1936- Casa com Hugh McCorquodale.

1937- Seu filho Ian nasce.

1939- Seu filho Glen nasce.



Escrito por Nathalia E. C. às 21h34
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Bom, estava procurando alguma coisa para postar hoje e acabei me deparando com um artigo (recente!) que é uma crítica a escritora Cartland. Me surpreendi com isso... afinal, esse artigo saiu esse mês (AGOSTO, 2004)! Por um lado então, é algo bom já que ela ainda é lembrada... mas é uma crítica! Como eu só coloco textos neutros ou a favor, resolvi postar esse. Críticas nos fazem bem... nos faz crescer também. Vou colocar o endereço abaixo do artigo e quero comentários... e se não concordarmos com o artigo, podemos também mandar um email para o site (se der) mostrando nosso ponto de vista, OK? E quero lembrar, que precisamos ser críticos também e admitir que o artigo está certo em alguns pontos.


Barbara Cartland A Snobérrima
Terça-feira, 10 de Agosto de 2004

Já não há muitas defensoras acérrimas das virtudes da virgindade feminina, que achem que as mulheres devem fazer tudo para agradar aos homens e que ganhem milhões com isso. Assim foi a snobérrima e insuportável Barbara Cartland que via fantasmas e tomava cocktails de vitaminas.

Escreveu tudo e mais alguma coisa, de biografias a romances, contos e guiões, mas, invariavelmente, as heroínas são virgens, saudáveis, bonitas, bem formadas, pobres ou remediadas. Eles são ricos, aristocratas, bonitos e bonzinhos. De início tudo os separa, à excepção dos bons sentimentos., Depois de soarem as estopinhas a deslindar mal-entendidos, juntam os trapinhos numa imensa e eterna felicidade.

Pegue em todos estes ingredientes, baralhe como quiser e sai-lhe uma romance "à la Cartland". Por favor, nunca diga que leu algum, porque, apesar de todos terem como cenário a classe alta, só os suburbanos é que os lêm, coitados, sem perceberem que são o isco dos escritores pink e light.. Bárbara sabia-o e fez dinheiro com isso até morrer quase com 100 anos

Barbara nasceu em Inglaterra em 1901. Era uma bifa até a medula, daquelas que acha que tudo o que é, deve ser "by appointment" de alguém de Buckingham Palace. Vinha de um familia com pergaminhos, entre os quais, constavam os duques de Hamilton e alguns episódios menos alegres. O avô suicidou-se quando faliu, o que é triste, mas convenhamos que chique, e o pai morreu que nem um herói na Flandres, o que também cai bem porque dá direito a condecoraçoes. Tesa e fina, mãe pegou em Barbara e nos irmãos e rumou de Hampshire para Londres onde abriu um pronto a vestir em Kensington, o que não é bem a mesma coisa que se lançar num negócio na Almirante Reis.

Em Londres Barbara deu nas vistas, é ela quem o diz, "porque era espertalhona, independente e , imagine-se, talentosa". A I Guerra Mundial tinha acabado, a rapariga queria divertir-se todas as noites, atrair o sexo oposto e, conseguia-o, como confessa no livro autobiográfico "Dançamos toda a noite". Só podia casar bem e Alexander McCorquodale foi o primeiro. Nesta altura ja tinha escrito dois romances, uma peça de teatro e colunas e colunas de mexericos no Daily Express, onde aliás começou a sua saga literária. No meio disto tudo foi apresentada na corte em 1925, ao que não deu a menor importancia.

Do seu primeiro marido de quem se divorciou para casar com outro da mesma familia, um novo McCorquodale, teve uma filha, Raine, que só lhe trouxe alegrias, a maior de todas, quando se casou com Lord Spencer, pai de Diana, princesa de Gales o que fez de Bárbara uma especie de avó da futura rainha de Inglaterra que só não o foi por razoes que todos conhecemos. e porque a vida, de facto, não é um romance cor-de-rosa. Isto já é razão para saber quem foi Barbara Cartland. Outra razão para ler atentamente este texto, prende-se com o facto de Barbara ter publicado cerca de 700 livros o que convenhamos é obra.Sentada num sofa, sempre de cor-de-rosa, Barbara ditava os livros para mais de uma secretária. Aos oitenta anos com mais de 600 milhões de exemplares vendidos, Barbara escrevia ainda qualquer coisa como 23 romances por ano, sempre com com as mesmas virgens, bonitas e pobres a casarem com ricos e bom cavalheiros.

Claro que votava no Partido Conservador, contribuía para Brigada de Ambulâncias de S. Joao, para a Fundaçao para a Saúde, lutou por melhores condições para os velhos e deu aos ciganos um enorme terreno para se instalarem. Via fantasmas, gostava de acunpuncultura, comida saudável, medicinas alternativas, enfrascava-se em vitaminas e, acima de tudo, delirava com cremes de beleza, dando entrevistas com quilos deles na cara.

Morreu no dia 21 de Maio de 2000 com 98 anos, a meio do sono, tal e qual as suas heroínas a quem nunca aconteceu nada de violento.

OBRA

Como já lhe dissemos, a obra foi monumental e mais surpreendente ainda porque toda igual. Um livro Cartland é igual a outro livro Cartland. Mas diga-se que os titulos mudam, ou seja, cada livro teve direito a um nome próprio. Alguns são delirantes como " Uma Virgem em Mayfair" o que qualquer um que se preze, sabe ser praticamente impossível e ainda " Senhora de primeira classe" ou "Se tu quiseres" ou "Barreiras quebradas", "O pequeno pretendente", "Asas no meu coração," "O beijo de Paris" e por aí fora... Caso queira ter uma ideia do estilo, deixamos-lhe uma passagem do livro "Amor ao vento," mas podia" Ele beijou-a até ela não ser ela mesma, e foi tão maravilhoso que era impossível pensar noutra coisa a não ser que ela o amava e que ele era o mundo inteiro, e ela já nada receava".

Pode decorar frases de Cartland para citar em ocasiões especiais.

Por exemplo, face a alguém que coma sofregamente diga: "Uma dieta correcta dirige as energias sexuais para as zonas que interessam". Se a conversa descair para culturas diga: "A França e o único país onde se pode fazer amor à tarde sem ter ninguém a martelar-lhe a porta". Se quiser mesmo arrasar, ou ser arrasado, cite Barbara dizendo não compreender "as dificuladades que as mulheres enfrentam e que se devem ao facto de muitas delas dizerem a verdade". Se uma amiga sua vier, chorosa, contar que foi abandonada não hesite: "Uma mulher deve sempre perguntar: Será que fiz tudo para lhe agradar?" Perde a amiga de certeza, mas ela nunca mais esquecerá Barbara Cartland. Topo de Página

http://jornal.publico.pt/2004/08/10/Sociedade/S96.html



Escrito por Nathalia E. C. às 21h44
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Vou colocar hoje um texto que peguei na internet. Esse texto fala de um fórum de debates no qual Barbara Cartland foi incluída.

" O fórum de debates do nosso site "ferveu" semana passada e continua quente com a pergunta: "O Escritor é um Sedutor?" Paula comenta sobre Barbara Cartland escritora que já vendeu mais de um bilhão de exemplares dos seus 723 títulos, foi traduzida em 36 idiomas e só perde para a Bíblia em número de leitores. O que existe de tão sedutor nesta velhazinha bem perua que faz o sucesso que a maioria dos escritores sonha? Como fazer esta sedução?

Ela segue a fórmula de Janete Clair, novelista brasileira e de muitos folhetinistas que a antecederam: coloca uma jovem, bonita e inocente no tronco e desce o chicote, ou seja, cria infortúnios em quantidade suficiente para o leitor torcer desesperadamente para que o herói a salve. E como o herói é, sempre, bonito, forte e relutante aos encantos do sexo feminino (por ter sofrido várias desilusões ou por cinismo mesmo), a jovem inocente acaba resgatando-o também, provando que o amor incondicional salva o pior dos homens.

Ora, qual é a mulher que não gostaria de ter aos seus pés, convertido pela sua capacidade amorosa e doçura, um homem desejado por todas, mas, até então, incapaz de amar nenhuma? Parece que este é um sonho recorrente de milhões de mulheres, a legião de leitoras de Barbara Cartland no mundo todo.

Se enganam os leitores que pensam ser todo best seller um texto de fórmula simples. Não dá para dizer que Sidney Sheldon, Stephen King e Barbara Cartland vendem muitos livros porque escrevem do mesmo jeito. É verdade, porém, que eles seduzem leitores com intensidade semelhante e, até certo ponto, conseguem garantir a fidelidade deles. Quais as diferenças de sedução entre esses autores de sucesso? E as semelhanças?

As semelhanças estão nas perdas sofridas pelos personagens, na necessidade de um herói para superá-las, nos sentimentos básicos como amor, ódio, inveja, esperança de redenção. Esses autores também se identificam com o texto de prazer o que prioriza o enredo, a narrativa. Aí terminam os pontos em comum.

As diferenças são imensas: Stephen King, Sidney Sheldon e Barbara Cartland querem discutir coisas distintas nas trajetórias de seus heróis, com maior ou menor profundidade e buscando seduzir leitores para idéias e sentimentos, às vezes, opostos. O perfil do escritor que nos seduz diz muito a respeito deles, mas diz mais ainda sobre nós, os seduzidos, quer dizer, os leitores. Qual o seu perfil? "




Escrito por Nathalia E. C. às 22h45
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1930- Desenha e produz o primeiro concurso após a Guerra - "Inglaterra e suas indústrias" - no Albert Hall. O príncipe de Wales a congratula. 12.000 libras são conseguidas para caridade.

1931- Tem a idéia de um avião planador.

1932- Redecora e faz sucesso no famoso clube Embassy.

1933- Dá um dos melhores furos na história do jornal para a Imprensa- o Prisioneiro na Torre.

Casamento é desfeito.



Escrito por Nathalia E. C. às 23h18
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Experimenta!

Você tem ouvido ou lido muito esta palavra ultimamente.

A mídia tem usado para despertar a atenção para um produto de grande consumo nacional. Nunca se ouviu tanto "Experimenta!"...

O dicionário nos diz que experimentar é: tentar, ensaiar, pôr a prova, testar, conhecer pela experiência.

Hoje, nesta nossa conversa, eu também vou sugerir a você experimentar. Só que não é líquido nem um sólido, mas sim sentimentos. Isso mesmo, pois para experimentar, você não precisa necessariamente degustar, cheirar, ouvir, palpar - você pode experimentar apenas sentindo.

Experimenta, pois, sorrir. Se você ainda se lembra de como isso é feito, sentirá como faz bem a você e aos que com você convivem.

Experimenta falar "Bom dia, como vai? Tudo bem?" Não só à pessoa que você acha importante, como seu chefe, mas também ao jornaleiro da esquina, ao gari, etc. Imagine que todos mereçam o seu comprimento e verá como você se sentirá bem e fará muitos se sentirem assim também.

Experimenta pedir desculpas, entender seu semelhante, perdoar.

Experimenta ser útil, ajudar sempre que possível o seu o seu próximo sem pensar em retribuição, com desprendimento, e verá como isso também faz bem.

Experimenta olhar para o céu em noites claras e tanta contar as estrelas. Você, com certeza, não conseguirá, mas, em compensação verá um lindo espetáculo, que poucos homens vêem, porque poucos olham para o céu.

Experimenta estender a mão, não apenas para solicitar e sim para dar. Verá como também é bom.

Experimenta falar para alguém: "Te amo!", olhando bem nos olhos, sem vergonha de ter este sentimento que enobrece os homens.

Experimenta, antes de punir, instruir e sinta a diferença que faz.

Experimenta mandar com dignidade, com ética, com classe; não deixe que a sua superioridade, autoridade ou qualquer outra "ade", tire a sua humanidade. Saiba que mandar é mais difícil do que obedecer e é aí que se revela a personalidade da pessoa (e também olhe nos olhos dos seus comandados).

Experimenta as boas palavras, gaste o repertório, use palavras sinceras, construtivas, honestas.

Experimenta trocar o rancor e o ódio do seu coração por amor, ternura, compreensão.

Experimenta a sinceridade, sempre...

Experimenta ouvir aquele pássaro que vai de manhã à sua janela, sem enxotá-lo. Experimenta ouvir o seu canto tranqüilamente, o que fará muito bem à você.

Experimenta educar-se diariamente e transforme esta educação em virtude.

Experimenta estender a mão a quem necessita. Um dia, se estiver também necessitado, poderá ver uma mão estendida à sua frente.

Experimenta olhar para dentro de si e tenta procurar em seu âmago, seus defeitos, ampliar suas qualidades e repassá-las aos semelhantes.

Experimentas sorrir com as crianças, que têm um riso puro, que não enganam quando sorriem nem quando choram, porque são puras e honestas.

Experimenta usar a coragem sem abuso para não ser um corajoso imprudente.

Experimenta ser justo, não envolver ninguém em suas trapalhadas, não mentir, não prejudicar seu semelhante.

Experimenta o ombro a ombro e tenta caminhar para o lugar certo, junto, porque o mundo não é só para você, o mundo somos nós e, para usurfruirmos do bem que Deus nos deu de viver, precisamos propugnar pela melhora desta vida, onde eu, você e todos temos o direito à ela e de sermos felizes.

Os ensinamentos do mais sábio dos homens estão à disposição de todos. Você, com certeza, tem conhecimento deles. Então... experimenta!

Até a próxima....

Wilson de Almeida Siqueira

Revista do Biomédico ano 11, número 58, página 5

 

E para quem ainda não leu os romances da Barbara... experimenta ler um!!!

beijos



Escrito por Nathalia E. C. às 13h38
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Esse é um autógrafo dado pela Barbara Cartland... quando mandei a carta para ela, lá na Inglaterra, uma das coisas que recebi foi essa foto assinada!! beijos



Escrito por Nathalia E. C. às 22h48
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Hoje estou meio "mal". Por isso vou usar este espaço para desabafar. Vocês já foram mal interpretados alguma vez? Pois é, aconteceu comigo, só que devido a vários acontecimentos de quase dois anos para cá, isso já está virando rotina. Problemas familiares. Quem é a vitíma da história? Não aguento mais me sentir culpada por tudo o que acontece. Ando agindo de modo não muito agradável, reconheço! Ninguém tem mais saco para me aturar e eu entendo... apesar de tudo eu entendo. Afinal, nem eu mesma me aturo! Em casa e na rua, com minha família e com meu namorado. Família é outra história... não dá para abandonar (digo, eles me abandonarem) porque claro que rola uma certa obrigação, dever! E o namorado... ele não tem nenhuma obrigação comigo, essa é a verdade! Não precisa aturar meu mal humor, meus resmungos, minhas reclamações constantes. Já perdi a conta de quantas vezes briguei com ele por motivos banais. Reclamo do trabalho dele, família dele, casa dele, amigos dele... enfim tudo. Eu sei que não deixo ele em paz... sei muito bem disso! Só posso chegar a conclusão de que ele deve realmente gostar de mim para não ter me largado ainda. E eu sei o quanto isso agradaria algumas pessoas que vivem comigo. Meus sentimentos importam? Será mesmo? Sei que não sou nenhuma vitíma... mas também sei que não sou nenhuma culpada! Não posso ser martirizada! Fica aqui meu desabafo!

Escrito por Nathalia E. C. às 09h48
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Escrito por Nathalia E. C. às 23h34
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Oi gente! Hoje vou falar de uma história que fiz quando adolescente. Meu sonho era ser uma escritora... mas não uma escritora qualquer. Queria ser do tipo da Barbara Cartland. Por isso, investi em histórias na época. O nome da história que fiz se intitulava: Um encontro para sempre. Os personagens: Lucy e Devin. Era a história de uma enfermeira que adota um bebê rejeitado pela mãe, ainda no hospital. Depois que muda de cidade, conhece Devin, o diretor do hospital em que trabalha. Ela se apaixona por ele perdidamente, porém ele é noivo. Mas por trás desse noivado de esconde um mistério... e Lucy sente ser seu dever salvá-lo de um casamento sem amor. Reconheço ser muito bobo, mas eu o escrevi há muito tempo atrás. Claro que demorei a perceber que esse tipo de história não fazia parte da vida das pessoas... eu digo o tipo de trabalho feito pela Barbara. Suas histórias são por demais lindas e inocentes... e é tudo o precisamos nesse momento, porém não é a nossa realidade! Acho que é por isso não conseguimos mais achar com facilidade seus livros... ninguém se interessa por publicá-los. Já pensei em mandar uma carta para a Editora Nova Cultural e pedi para que editem novamente seus livros, porém não sei se vai ser produtivo para eles (infelizmente tudo hoje em dia gira em torno do capitalismo!). Será que existem muitos fãs de Barbara Cartland por aí? Fica a pergunta!

Escrito por Nathalia E. C. às 23h49
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Ana, realmente eu esqueci do título do duque! Que falta de atenção a minha! Vou escrever hoje rápido porque estou sem tempo, mas prometo melhorar no final de semana!

O título de duque vem da palavra latina "dux" (comandante) e é o título mais alto depois de príncipe. Na Inglaterra há poucos duques, fora os da família real, cujos filhos tem os títulos de diques reais. Originalmente o duque era o comandante numa batalha e às vezes também um governante.O primeiro duque inglês foi o Príncipe Negro, o filho mais velho de Eduardo III, que se tornou duque na Cornuália em 1337.No Brasil, apenas Luís Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias) recebeu o título de duque.



Escrito por Nathalia E. C. às 16h47
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1925- Estréia de sua primeira peça após ter ficado em cartaz por Lord Chamberlain, chamado Blood money (Dinheiro sangrento). Foi apresentado no Palácio de Buckingham ao Rei George V e Rainha Mary, pela sua tia, a honorável Senhora Alfred maitland.

1927- Casa-se com Alexander McCorquodale.

1928- Apresentada a Corte pela tia de seu marido, Lady Horne, esposa de Lord Horne de Stirkoke, que comandou o primeiro exército.

1929- Sua filha Raine nasce.



Escrito por Nathalia E. C. às 23h12
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Hoje escolhi falar sobre um tema que mexe com muitos casais... o ciúme. É um sentimento muito interessante e se não for controlado e bem trabalhado, pode virar doença. Na verdade fiquei pensando nisso por causa de uma certa situação que vivi hoje na rua. Já falei para vocês que tenho um namorado chamado Marcio, né? Pois é, estava eu na padaria com ele hoje comprando um pequeno lanche, quando surge um casal. Ele estava na geladeira dos picolés. A menina estava com um short muito pequeno... nem preciso de maiores detalhes! Pois bem, virei para o Marcio e comentei sobre o fato. Ele ficou meio indignado com isso e me respondeu o seguinte, já na fila do caixa: "Se você saísse com um short desses, arrumaria uma tremenda confusão comigo! Vê se pode, todos olhariam para você!" Eu achei engraçado para dizer a verdade... Vou explicar o porquê: Marcio raramente demonstra qualquer tipo de cíume (fora o necessário, claro). Acho que em  qualquer relação, na qual um gosta do outro, há de haver um pouco desse sentimento... e é o normal mesmo. Afinal quem tem ciúme gosta! Claro que estou me referindo há um ciúme normal, não obsessivo! Um sentimento que aparece quando a gente se importa com a pessoa do lado... que quer preservar ela para você mesmo... Bom... é nessas pequenas coisas que me confirmam as palavras dele (Marcio) quando diz que me ama! Marcio, sei que você ler isso... e por isso, hoje, especialmente, quero dizer para você o quanto te amo e o quanto fiquei feliz hoje! Beijos para você...

Por hoje é só... mil beijos, gente!

 



Escrito por Nathalia E. C. às 22h19
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Caricatura da Barbara Cartland... muito legal!

Escrito por Nathalia E. C. às 23h40
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