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Informações sobre Barbara Cartland




Caricatura da Barbara Cartland... muito legal!

Escrito por Nathalia E. C. às 23h40
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  autógrafo da Barbara Cartland

Escrito por Nathalia E. C. às 22h42
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O primeiro livro da Barbara Cartland que eu li foi "A princesa orgulhosa" (The proud princess). Foi publicado pela editora Nova Cultural em 1987 na série Real (um livro vermelgo de capa dura). Quem me deu esse livro para ler foi minha avó Ruth há muito tempo atrás. Eu devia ter uns 11 anos na época (hoje estou com 21!). Minha avó tinha alguns livros em casa. Nem preciso dizer o quanto isso me marcou, né? Foi com ela que iniciei meu gosto pela leitura. Logo depois, meu pai "obrigava" eu e minha irmã, Isadora, a ler livros clássicos (Julio Verne, Kafka, Agatha Christie) em troca de uma pequena mesada. Era para despertar nosso gosto pela leitura, já que ele e minha mãe são professores, formados em Filosofia. Voltando então ao assunto... Sou muito grata a minha avó Ruth por isso, afinal quem seria eu se não fosse ela? O gosto pelos livros da Barbara é o único vício que tenho... não sou muito ligada em mais nada. Tenho um amor muito grande pela coleção que consegui reunir nesses anos todos... nunca vou me desfazer deles, principalmente dos livros que a minha avó me deu em vida. Infelizmente ela não está mais entre nós, mas sempre lembro dela com muito carinho quando pego esses livros para reler!

Os personagens principais desse livro são: Elisa e Aládar. O que vocês acham desses nomes? Na sua maioria, ela usa nomes excêntricos, mas devemos nos lembrar que as suas histórias se passam no século XVIII e XIX. A história: uma princesa com um pai muito cruel precisa de casar um o inimigo do pai (vizinho de suas terras) para salvar o reinado, prestes a  ter conflitos sérios. Apesar do rei não querer concordar com essa saída, é obrigado a aceitar esse acordo. Mas antes se entregar sua filha, deixa claro para o princípe Aládar o quanto o odeia e o quanto sua filha Elisa também o odeia por isso. Isso faz criar um abismo muito grande entre os dois recém-casados... o príncipe Aládar evita contatos maiores com a esposa e ela, aos poucos, muito inocente e sofredora, começa a se apaixonar por ele. Esse novo sentimento nasce quando ela fica com ciúme de uma dançarina, pensando ser sua amante. Prestes a estourar uma revolução, o rei foge. Aládar e Elisa juntam os dois reinos e se descobrem terrivelmente apaixonados um pelo outro.... E viveram felizes para sempre!!! Sério mesmo, é preciso ler a história, pois existem vários detalhes muito bonitos e românticos. Contando assim, parece muito frio tudo.

Bom, beijinhos!



Escrito por Nathalia E. C. às 22h22
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Bom, gente, desculpas pela demora, mas é que a vida da gente é meio complicada as vezes mesmo. Ainda não tive tempo de fazer um texto legal, mas já está sendo providenciado. Primeiramente, gostaria de começar logo a história na qual comentei na primeira postagem, mas antes vou colocar alguns nomes para que vocês me ajudem a escolher os nomes dos personagens principais. Sei que o certo seria a gente fazer primeiro uma prévia da história, mas preciso saber o perfil dos personagens primeiro. Pensei em fazer a históra no estilo dos romances da Barbara cartland, porém atualizado, né? Alguns dos princípios empregados nos livros como: primeiro amor é o verdadeiro, a mulher sendo frágil (cá entre nós, totalmente out!), primeiro beijo é aquele do homem da sua vida (muito bonita essa imagem, porém nem um pouco verdadeira nos tempos atuais), virgindade, essas coisas, entendem? Podemos até discutir isso em algum momento, mas não quero que seja o principal nas histórias. Bom, vou pensar um pouco antes e depois coloco aqui. Amanhã eu escrevo mais, ok?

 



Escrito por Nathalia E. C. às 23h20
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Hoje vou pôr uma reportagem achada na internet, noticiando sua morte em 2000:

A romancista britânica Barbara Cartland, 98 anos, ‘rainha da novela água-com-açúcar’, que escreveu 723 obras sentimentais e figurou no livro Guiness – 1972 de recordes, morreu este domingo, tranqüilamente em sua residência de Hatfield (periferia de Londres), enquanto dormia, cercada por sua família. Suas novelas, traduzidas em 36 idiomas, venderam quase um bilhão de exemplares, sendo ela considerada uma das mais prolíferas autoras literárias de todos os tempos. Nascida a 9 de julho de 1901 perto de Londres, em uma família aristocrática, Mary Barbara Hamilton viveu uma juventude dourada antes de publicar sua primeira novela, Puzzle, aos 23 anos. Casada duas vezes com escoceses, seus primos, Barbara Cartland teve uma filha, Raine, e dois filhos, Ian e Glen. Viúva em 1963, retirou-se para sua elegante residência campestre de Hatfield, ao norte de Londres, onde continuou aplicando a receita de seus sucessos literários: jovens virgens e ingênuas, orgulhosas e belas, homens maduros, aristocratas e riquíssimos. Além do mais, saborosos mal-entendidos, equívocos, aventuras e mistérios, mas sempre com um final feliz. Seus títulos eram eloquentes: Duelo de Corações, Escravas do Amor, Uma Flecha de Amor, por exemplo. Escrevia duas novelas por mês, trabalhando duas horas e meia diárias. Seus leitores e admiradores lhe enviavam 20.000 cartas por ano. Repórter de sociedade em grandes jornais britânicos no seu início, a novelista era tia-avó da princesa Diana. Mulher emancipada desde moça, pilotou nos anos 30 o primeiro avião postal, lançou a moda das corridas de automóveis e viajou pelo mundo inteiro. Esta mulher deliciosamente extravagante, vestida quase sempre de musseline rosa, exageradamente maquiada e coberta de jóias, afirmava sempre: “Sou muito feliz pelo que fiz em minha vida, porque ajudei as pessoas a encontrarem o amor”. (Jornal do Commercio, Recife)



Escrito por Nathalia E. C. às 22h17
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