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Experimenta!

Você tem ouvido ou lido muito esta palavra ultimamente.

A mídia tem usado para despertar a atenção para um produto de grande consumo nacional. Nunca se ouviu tanto "Experimenta!"...

O dicionário nos diz que experimentar é: tentar, ensaiar, pôr a prova, testar, conhecer pela experiência.

Hoje, nesta nossa conversa, eu também vou sugerir a você experimentar. Só que não é líquido nem um sólido, mas sim sentimentos. Isso mesmo, pois para experimentar, você não precisa necessariamente degustar, cheirar, ouvir, palpar - você pode experimentar apenas sentindo.

Experimenta, pois, sorrir. Se você ainda se lembra de como isso é feito, sentirá como faz bem a você e aos que com você convivem.

Experimenta falar "Bom dia, como vai? Tudo bem?" Não só à pessoa que você acha importante, como seu chefe, mas também ao jornaleiro da esquina, ao gari, etc. Imagine que todos mereçam o seu comprimento e verá como você se sentirá bem e fará muitos se sentirem assim também.

Experimenta pedir desculpas, entender seu semelhante, perdoar.

Experimenta ser útil, ajudar sempre que possível o seu o seu próximo sem pensar em retribuição, com desprendimento, e verá como isso também faz bem.

Experimenta olhar para o céu em noites claras e tanta contar as estrelas. Você, com certeza, não conseguirá, mas, em compensação verá um lindo espetáculo, que poucos homens vêem, porque poucos olham para o céu.

Experimenta estender a mão, não apenas para solicitar e sim para dar. Verá como também é bom.

Experimenta falar para alguém: "Te amo!", olhando bem nos olhos, sem vergonha de ter este sentimento que enobrece os homens.

Experimenta, antes de punir, instruir e sinta a diferença que faz.

Experimenta mandar com dignidade, com ética, com classe; não deixe que a sua superioridade, autoridade ou qualquer outra "ade", tire a sua humanidade. Saiba que mandar é mais difícil do que obedecer e é aí que se revela a personalidade da pessoa (e também olhe nos olhos dos seus comandados).

Experimenta as boas palavras, gaste o repertório, use palavras sinceras, construtivas, honestas.

Experimenta trocar o rancor e o ódio do seu coração por amor, ternura, compreensão.

Experimenta a sinceridade, sempre...

Experimenta ouvir aquele pássaro que vai de manhã à sua janela, sem enxotá-lo. Experimenta ouvir o seu canto tranqüilamente, o que fará muito bem à você.

Experimenta educar-se diariamente e transforme esta educação em virtude.

Experimenta estender a mão a quem necessita. Um dia, se estiver também necessitado, poderá ver uma mão estendida à sua frente.

Experimenta olhar para dentro de si e tenta procurar em seu âmago, seus defeitos, ampliar suas qualidades e repassá-las aos semelhantes.

Experimentas sorrir com as crianças, que têm um riso puro, que não enganam quando sorriem nem quando choram, porque são puras e honestas.

Experimenta usar a coragem sem abuso para não ser um corajoso imprudente.

Experimenta ser justo, não envolver ninguém em suas trapalhadas, não mentir, não prejudicar seu semelhante.

Experimenta o ombro a ombro e tenta caminhar para o lugar certo, junto, porque o mundo não é só para você, o mundo somos nós e, para usurfruirmos do bem que Deus nos deu de viver, precisamos propugnar pela melhora desta vida, onde eu, você e todos temos o direito à ela e de sermos felizes.

Os ensinamentos do mais sábio dos homens estão à disposição de todos. Você, com certeza, tem conhecimento deles. Então... experimenta!

Até a próxima....

Wilson de Almeida Siqueira

Revista do Biomédico ano 11, número 58, página 5

 

E para quem ainda não leu os romances da Barbara... experimenta ler um!!!

beijos



Escrito por Nathalia E. C. às 13h38
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Esse é um autógrafo dado pela Barbara Cartland... quando mandei a carta para ela, lá na Inglaterra, uma das coisas que recebi foi essa foto assinada!! beijos



Escrito por Nathalia E. C. às 22h48
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Hoje estou meio "mal". Por isso vou usar este espaço para desabafar. Vocês já foram mal interpretados alguma vez? Pois é, aconteceu comigo, só que devido a vários acontecimentos de quase dois anos para cá, isso já está virando rotina. Problemas familiares. Quem é a vitíma da história? Não aguento mais me sentir culpada por tudo o que acontece. Ando agindo de modo não muito agradável, reconheço! Ninguém tem mais saco para me aturar e eu entendo... apesar de tudo eu entendo. Afinal, nem eu mesma me aturo! Em casa e na rua, com minha família e com meu namorado. Família é outra história... não dá para abandonar (digo, eles me abandonarem) porque claro que rola uma certa obrigação, dever! E o namorado... ele não tem nenhuma obrigação comigo, essa é a verdade! Não precisa aturar meu mal humor, meus resmungos, minhas reclamações constantes. Já perdi a conta de quantas vezes briguei com ele por motivos banais. Reclamo do trabalho dele, família dele, casa dele, amigos dele... enfim tudo. Eu sei que não deixo ele em paz... sei muito bem disso! Só posso chegar a conclusão de que ele deve realmente gostar de mim para não ter me largado ainda. E eu sei o quanto isso agradaria algumas pessoas que vivem comigo. Meus sentimentos importam? Será mesmo? Sei que não sou nenhuma vitíma... mas também sei que não sou nenhuma culpada! Não posso ser martirizada! Fica aqui meu desabafo!

Escrito por Nathalia E. C. às 09h48
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Escrito por Nathalia E. C. às 23h34
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